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↑ “How Does Reform Judaism Welcome The LGBTQ Community?

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A união matrimonial definida entre os cônjuges —e, em diversos casos, bem como entre as famílias de origem desses direitos e obrigações que variam consideravelmente de acordo com as normas que o regem em cada sociedade. O casamento é uma realidade que tem teu respectivo modo de ser, que pode e precisa ser regulada pelo ordenamento jurídico, porém não é montada nem ao menos acordada pelas leis.

Os regulamentos matrimoniais estão relacionadas com aquelas que regem as relações sexuais (incesto, adultério, exclusividade sexual, monogamia, poligamia), a reprodução e a filiação dos filhos, de acordo com os regulamentos do sistema de parentesco vigente. O casamento costuma estar intimamente referente com a família e, em alguns casos, constitui o seu núcleo.

Os fundamentos a respeito do fim do casamento acrescentam aquelas referentes ao divórcio. Com ligação ao gênero dos membros, nos últimos anos, o movimento LGBT foi obtido em muitos países, o reconhecimento boa do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

nas sociedades atuais existem duas maneiras principais de matrimônio: casamento civil e casamento religioso. No primeiro caso, são as leis do Estado que estabelecem os direitos, deveres e requisitos, enquanto que no segundo caso são os critérios ou costumes da religião ante a qual se celebra.

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A coexistência de ambas as maneiras e o reconhecimento de sua validade variam de acordo com cada nação. A origem etimológica da palavra casamento como denominação da fundação sob esse nome não é claro. Nas sociedades não-cristãs, judaicas ou muçulmanas, o casamento não era o critério, o casamento era usado só pelos poderosos, pelas classes altas. Na Roma antiga, a castidade não era uma qualidade, não era vital o casamento pra ter relações sexuais, nem ao menos para ter filhos. Somente quando um membro de uma classe social elevada desejava transportar a sua herança a seus descendentes diretos, ao invés de o receber de outros participantes da família ou os seus colegas, decidiu casar-se.

Mas a maior parte das vezes deixava os bens a um colega ou a uma pessoa muito querida, não pros filhos. Quando faltou patrimônio bens ou o casamento era um procedimento desnecessário, os escravos diretamente carência do direito de fazê-lo.

O grego não tem uma expressão específica para indicar o casamento, já que não existia um procedimento nem ao menos civil nem religioso. No entanto, a palavra que se costuma traduzir casamento em grego koiné é γάμος (gámos), substantivo grego γαμέω (gaméo), cujo motivo é “tomar mulher, casar-se”.

O dote que a família da noiva proporcionava não era domínio do marido. Quando a mulher morria sem filhos, ou no caso de divórcio, o dote voltava para a família da mulher. O tutor da mulher (teu pai ou teu irmão) podiam solicitar o divórcio (mesmo contra a vontade da mulher), contudo ela não tinha certo a requerer a dissolução do contrato.