Menu fechado

“A Música É Tudo O Contrário Do Elitismo, É Algo Universal”

"A Música É Tudo O Contrário Do Elitismo, É Algo Universal" 1

A agenda de Daniel Trabalhos (Buenos Aires, 1942) precisa ser parecido ao de um chefe de Estado. Um dia viajar a Milão pra um recital no teatro alla Scala e o outro põe-se a preparar os seus concertos em Madrid e Barcelona. Com setenta e um anos, o diretor mantém viva a pretensão e o perfeccionismo: “O que você fez ontem não vale nada.

Precisa começar novamente a cada dia, pelo motivo de o som é efêmero”. —Como enfrenta seus próximos concertos em Madrid e Barcelona com a Estatal de Berlim? —Eu Espero fazer bem, em razão de é um programa incrível. As duas obras de Strauss têm uma íntima conexão muito sério e a sinfonia número dois de Elgar é uma obra-prima que se mexe muito pouco.

Sou muito muito obrigado ao público português, visto que me segue com promessa que me fez um enorme presente de fidelidade e almejo apresentar a sinfonia pra eles. —Há alguns dias, comemorou o cinquenta º aniversário de sua estréia ao piano com a orquestra Filarmônica de Berlim.

Como é que se festeja um aniversário com estas características? —Eu celebro a tocar (risos). Realmente foi para mim um prazer imenso tocar com eles pra fechar algo que nos une desde há tal tempo. Porque, também, conseguimos juntar numerosas gerações de músicos, foi um período muito emocionante.

—O show pôde continuar por 160 salas de cinema de toda a Europa. Um acompanhamento à altura do concerto de Ano Novo. —Sim, isto é uma questão que eu amo, porém que não muda a minha maneira de tocar. —Você é companheiro de Zubin Mehta, que há alguns dias deixou o Palau de Les Arts de Valência chateado com a escassez de financiamento. —Mas sabe qual foi a situação em Valência, eu entendo que Mehta é um grande diretor, um extenso músico que tem feito muito pra vida musical pela comunidade autónoma da comunidade valenciana.

Ele colocou no mapa desse teatro. —Você é considerado um dos melhores diretores do mundo, se não o melhor de sempre, o —Em primeiro território, eu não me considero o mais legal. Em segundo local, assim como não acho que todo o mundo me levar em conta a mim como o melhor de sempre diretor, mas para mim sim, sim, é uma referência de muita felicidade ter a lealdade do público no decorrer de tantos anos. Que a gente venha me ver tocar, isto é o que eu de fato cheia de alegria.

  • Dois Lista de principais destinos gay 2.1 Europa
  • Comer sozinhos
  • 2 Ordens 8.2.1 Espanholas
  • Pitarch: “O pior castigo pro
  • Costa Favolosa (2011)
  • Diz Vera
  • 595 Batalha de Tucumán Manuel Belgrano
  • 4 1932

Eu me coloco pela frente do espelho, todas as noites e eu não penso que sou o melhor de sempre. —Depois de em tão alto grau tempo, E algumas vezes, as três coisas juntas. Para ser feliz por esse mundo, não se conseguem colocar condições. A expressão se, entendida como condicionante, não deveria existir. Eu tenho a enorme sorte de ter saúde, de ter tido uns pais inteligentes e eu gosto muito de tudo que faço.

eu estou muito gratidão que o que faço seja conhecido. —Você lê a imprensa, um dia depois de um recital ou concerto? —Não, já que no momento em que eu tinha oito anos, toquei um concerto de Mozart com a orquestra em Buenos Aires e tinha, principalmente, dois jornais, “A nação” e “A Imprensa”.

Um deles escreveu que, desde Mozart não tinha havido um bebê como esse cara como eu, que acaba de tocar. E o outro escreveu que era um crime deixar tocar um rapaz bem mais ainda se não tinha talento. Como as críticas podem ser tão diferentes, cada um necessita montar a tua. —Em uma ocasião anterior citou que “não se oferece às pessoas os instrumentos necessários pra compreender a música clássica”.

você Acha que está condenada a ser esquecida e a perder o financiamento? —O que você necessita fazer é se dar conta de que o defeito é a ausência de educação. Há que ensiná-la nas escolas como se aprende literatura, biologia ou matemática. É inusitado que tenha tantos centenas de pessoas que irão pra ópera e os concertos e não tiveram a chance de estudar algo sobre a música. Porque a música interessa um percentual muito nanico em razão de não se ensina.