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João Orlando Toma Posse Como Presidente Da Metade De Honduras

João Orlando Toma Posse Como Presidente Da Metade De Honduras 1

O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, assumiu hoje o cargo de chefe do Estado para os próximos quatro anos. Orlando vai governar um país dividido, em que a oposição não reconhecerá tua vitória eleitoral e onde crescem as vozes que apontam o giro autoritário na sua gestão. Só quando apareceu a respeito do pasto junto com sua esposa e rodeado de guarda-costas, soube-se que a posse seria no Estádio Nacional. Embora tem uma perícia para 35.000 espectadores, o governo definiu o feito como algo “acessível”, remoto da ostentosidad de novas vezes.

Desta vez, eles queriam impedir os distúrbios diante de um potencial de mobilização de milhões de pessoas. A oposição, liderada por Salvador Nasralla e Manuel Zelaya, não reconhece os resultados das eleições do passado dia vince e seis de novembro, que deram a vitória ao presidente conservador por em torno de 50.000 votos. Até o momentoEstados Unidos deu por bem o efeito, mas a Organização dos Estados Americanos (OEA) pediu novas eleições ao constatar graves irregularidades antes, durante e depois do dia de votação. O conflito desencadeou uma onda de protestos em todo o país, que deixaram por enquanto trinta e quatro falecidos, segundo organizações de Direitos Humanos, dezenas de feridos e negócios incendiados e saqueados.

Consciente de seu escasso apoio popular, Orlando reconheceu a divisão que sua reeleição foi gerado. Não é justo gerar esse pavor”, citou. Durante uma hora, defendeu sua gestão em 3 aspectos: a economia, a diminuição de homicídios e sua luta contra a corrupção.

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“Nós reduzimos os homicídios e pusemos em ordem as finanças públicas. Somos o país que melhor se fez pela américa Central” presumió. A começar por hoje, João Orlando deverá governar um país de mais de 9 milhões de pessoas, que transfere anualmente 75.000 migrantes e que produz anualmente mais de cinco milhões de cones. No entanto, o rigoroso advogado de 49 anos, que com 22 entrou na política, é hoje um governo sobre o qual recaem suspeitas de fraude eleitoral e acossado na corrupção e o tráfico de drogas.

O presidente do congresso de seu partido, foi acusado de se apropriar de fundos destinados a empresas não-governamentais e o chefe de polícia é assinalado por acobertar o transporte de uma tonelada de cocaína. “Eu sou Juan Orlando Hernández e estou pronto pra ceder tudo por honduras, por meu povo, por todos…o trabalho vence tudo”, acababou gritando enquanto agitava o punho para a multidão que o aplaudiu. Enquanto isso acontecia uma disputa campal entre a polícia e manifestantes se livrava nas ruas de Tegucigalpa. Nos últimos anos, o presidente hondurenho foi se apropriando das organizações até obter uma polêmica reeleição que estava proibida na Constituição. A isso soma-se o controle do Congresso, a Suprema Corte de Justiça e até do Defensor do povo.

A única escola que escapa ao seu controle é a Missão de Apoio Contra a Corrupção (Maccih), construída à imagem e semelhança da Cicig de Guatemala e a primeira tentativa da OEA por combater a impunidade. Contudo, uma recente reforma deixou a comissão sem competências para investigar casos de corrupção dos últimos doze anos.

O governo anuncia a abolição das “farmácias conhecidos” para o verão de 2017. Criadas em 2004, sob a presidência de Lula Da Silva, permitiram aos mais desfavorecidos adquirir medicamentos a um valor nanico. Em política ambiental, sob a pressão do lobby agro-alimentar, o governo está cancelando outras leis a respeito da briga contra o desmatamento e a proteção dos territórios indígenas. Algumas semanas depois da constituição de teu governo, 3 de seus ministros, responsáveis pelo Planejamento, da Transparência e do Turismo são forçados a demitir-se sobre isso um fundo de acusações de corrupção. Em novembro de 2016, o secretário do governo demite, acusado de tráfico de ação em projetos imobiliários.

em 14 de dezembro de 2016, acusado bem como de corrupção, um dos conselheiros mais próximos do presidente demite. Em 7 de janeiro de 2017, o secretário da Juventude demite-se depois de suas alegações polêmicas sobre o assunto as matanças de prisioneiros nas prisões brasileiras. Em 21 de março de 2019, da Polícia Federal, prendendo-o em São Paulo, numa operação policial ligada à rede de corrupção Lava Jato. Em concreto, é acusado de desviar fundos destinados à construção da usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro. O juiz Marcelo Bretos o acusa de “ser o líder de uma organização criminosa” que ficou subornos, inflou orçamentos e descorou dinheiro.

Tem recebido imensas homenagens no exterior, que adicionam a Ordem de Dannebrog, a Ordem do Infante D. Henrique e a Legião de Honra. ↑ País, Edições O (1 de janeiro de 2011). “Dilma Rousseff toma posse como presidente do Brasil e compromete-se a “acabar com a miséria””.

↑ a b c “Quem é Michel Temer, o presidente interino, que substitui Dilma Rousseff pela presidência do Brasil – BBC Mundo”. ↑ “Comissão Executiva Nacional − MDB − A potência que movimenta o Brasil”. ↑ Matoso, Filipe (cinco de abril de 2016). “Temer é licenciado, e o senador Romero Jucá assume presidência do PMDB”.