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Lecároz, O Legado De Um Colégio Singular Em Baztan

Lecároz, O Legado De Um Colégio Singular Em Baztan 1

Para as pessoas que visita o vale do Baztán, atraídos, em vários casos, a famosa trilogia de Dores Redondo, lhes chama a atenção que, no meio do nada sobreviva a uma igreja abandonada. “Poucas escolas puderam se vangloriar de que 5 dos padres que fizeram aulas nele tivessem recebido a Encomenda de Afonso X, o Sábio.

Essa era a amplo diferença de Lecároz, que o nível do corpo docente superava a excelência”, ressalta o jornalista e escritor Carlos Goñi. Goñi contou com todos os números da revista “Lecároz”, que foi editado a começar por 1916, tal como as publicações próprias da Associação de Antigos Alunos e pôde acessar os arquivos da ordem dos capuchinhos.

Os capuchinhos contavam com 15.000 fotografias digitalizadas (algumas foram incluídas no livro) e guardava classificadas todas as contas do colégio, desde a primeira de 1888 até o seu término. “Foi o primeiro colégio de Portugal que instalou cabines personalizadas com magnetofones pro ensino de idiomas onde escuchabas ao professor e se grababas pra ouvi-lo depois”, adiciona Goñi, que salta de uma lembrança no outro, evocando, como por exemplo, “¡

A Enciclopédia Espasa dedicou uma página inteira ao colégio de Nossa Senhora do Bom Conselho. “É o único colégio, não há nenhum outro” nesta obra monumental, na época, destaca-se o excolegial. Entre os benfeitores que ajudou o pai Llevaneras economicamente a construção do colégio, Maria Denise de Mora e Zires conta com um episódio à quota em “Lecároz em cem expressões”.

A condessa de Cuba e a duquesa de Pastrana doou uma fortuna pra época e deu um amplo caixa para se instalou no colégio. Era um retrato de George Washington, o primeiro presidente constitucional dos Estados unidos, pintado por Charles Eilson Peale.

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A tela “permaneceu em Lecároz (claramente atrapalhando, por teu tamanho e temática) até que um funcionário da moradia de leilões nova-iorquina P. W. French & Co apresentou-se no colégio, em 1916, interessando-se na sua compra”, relata Goñi. P. W. French e seu parceiro Mitchell Samuels, eram caçadores de pechinchas deslocados pra Europa para obter obras de arte para o magnata da imprensa William Randolph Hearst. Precisou de recursos, a universidade vendeu a caixa no valor de 20.000 pesetas.

“Estou convencido de que foi exportado de forma ilegal, por causa de não foi emitida factura, só há registro da nota promissória”, garante o escritor. Melhor parado saiu do colégio, com o Cristo, que ganhou, da Academia Real de Belas Artes de San Fernando. No conclusão do século XIX, a entidade contava com dois tamanhos do crucificado e achava que as duas eram de Alonso Cano. Doou uma delas a Lecároz em 1891, que acabou por ser a original do artista granada e ficou com o outro Cristo, “que não é nem sequer de seu século”, aponta Goñi.