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Simple Minds Volta Aos Palcos

Simple Minds Volta Aos Palcos 1

De que forma apareceu esta turnê? Começamos a tocar as músicas antigas em testes de som e nós realmente gostamos e desfrutamos. No ano passado, a EMI argumentou-nos que iria remasterizar por esse catálogo, e nós pensamos que a coisa adquiria sentido.

Tivemos esse muito bom explosão de energia nos três primeiros anos, com 5 álbuns com uma linha muito inconfundível e um conceito que nos apetecía abraçar mais uma vez. Eles irão tocar cinco músicas de cada disco. As mesmas cada noite ou mudam? Acho que dezessete ou dezoito irão ser fixas, e as algumas 6 ou 7 estarão abertas a modificações. Como se sentiram ao ensaiar estes focos novamente?

Com emoções muito misturadas. A primeira impressão foi estranha: não pareciam canções antigas, entretanto muito contemporâneas. Não era como tornar a colocar uma jaqueta antiga de que se sente envergonhado. Têm uma energia, uma tensão… o DNA ainda é muito robusto.

Por outro lado, há uma evidente mentalidade nostálgica. A música daquela data tratava de sonhar o futuro. Agora é como se vocês reimaginasen a forma em que olhavam para o futuro através do passado. Sim, é irônico. Também, sem demora levamos uma vida dupla, já que as noites e estamos trabalhando em algumas músicas cuja sensibilidade está muito influenciada pelas antigas. Restam só você e o violão Charlie Burchill da geração que gravou aqueles álbuns.

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  • Nicolás Miranda (WMAR) (discussão) 20:08 9 jun 2014 (UTC)
  • Doutorado Honoris Causa em Pedagogia, Universidade Central de Las Villas, 1959.[165]

o Não perdem os participantes restantes? É improvável não elogiar a colaboração que Mick McNeil ou Derek Forbes fizeram a esses discos. Contribuíram tal pra festa que a toda a hora respeitaremos infinitamente. Éramos como uma família, como irmãos, estávamos de fato unidos e de vez em quando ainda nos vemos em casamentos ou funerais.

Mas assim como houve pequenas disputas entre nós. Almejo que um dia voltem a tocar com a banda, nada é inaceitável. Aqueles discos tinham um sentimento muito da Europa continental. Como queriam reagir contra o britânico era o reflexo da música que ouviam naquele momento?

Quando tínhamos dezesseis anos, Burchill e eu viajamos na Europa na carona; foi deste modo que começamos a banda. Aquilo foi como nosso caminho de Jack Kerouac. Ao mesmo tempo, contribuíram muito para o cinema e a literatura, desde Cervantes até Günter Grass, Albert Camus… Nos adorava tudo isso e, em particular, na eletrônica, que vinha da Alemanha.