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Unidade Popular (Equador)

Unidade Popular (Equador) 1

Seus princípios ideológicos estão sob um caráter revolucionário e socialista, considerando-se a continuação da batalha do Movimento Popular, Democrático e de Jaime Hurtado. Opõem-Se ao individualismo e à relação entre países com base em o imperialismo, sistema que opõem o internacionalismo entre os povos, que apoiam.

Apoiam o desenvolvimento da democracia participativa e o direito à autodeterminação dos povos, apoiando, ao semelhante que Pachakutik, a constituição do Equador como um estado plurinacional e multicultural. Além do mais, se esclarecem ambientalistas. Dentro do movimento, se reunem diferentes pensamentos de Esquerda revolucionária, tendo gravidade o marxismo-leninismo do PCMLE, do qual se define como a frente eleitoral desta organização.

O Movimento Popular Democrático foi uma organização fundada os militantes de PCMLE, entre eles Jaime Hurtado, como também outros setores de esquerda em dezessete de março de 1978, no recinto do Sindicato Único dos Motoristas de Pichincha. Os princípios desta organização se resumia na sua sala: a “vitória de um governo popular, patriótico, democrático e revolucionário, que aplique decididamente o teu programa e lance as bases para a conquista do socialismo”. O MPD séria oposição de todos os governos desde a sua fundação , a começar por Jaime Roldós ao Gustavo Noboa, estando presente pela organização de greves, o que fez com que obtivessem o qualificativo de “tirapiedras”.

No caso de Lucio Gutiérrez manteriam o seu suporte até três meses após tua ascensão à presidência. Mais tarde seguiria em oposição com Alfredo Palácio. No decorrer do governo de Rafael Correa, esteve no início de uma aliança com esse regime, porém, em 2009, e a posição crítica do jogo, contra as políticas de Aliança País levaram à ruptura.

A construção da Unidade Popular, foi proposta e aprovada em vinte e sete de setembro de 2014 no XVIII Convenção Nacional do MPD, na qual foi eleito Geovanni Atarihuana como diretor nacional da nova organização. Mas enfim Unidade Popular, foi inscrita de forma oficial no CNE, o cinco de outubro de 2015, concedendo-lhe a lista 2, número que antes tinha pertencido ao Partido Liberal Radical Equatoriano. Ao longo do mesmo ano, fez parte dos protestos contra as emendas constitucionais propostas por Correia e foi a primeira organização a realizar uma acção judicial contra estas, após ser aprovadas pela Assembleia Nacional. Dezenove de fevereiro de não receber os votos suficientes pra entrar para a Assembleia Nacional.

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na semana posterior, apresentaria provas de fraude eleitoral contra Natasha Vermelho, candidata a deputado por Pichincha, fraude que teria beneficiado a que seria presidente da assembleia, Elizabeth Cabeças. Diante das denúncias, o CNE não aceitou a alegação, deixando o UP sem parlamentares próprios e sem os fundos públicos utilizados pro funcionamento da organização, ao não executar com os requisitos pra ganhar o fundo partidário. Pra segunda volta eleitoral, deu teu voto para o candidato da oposição, Guillermo Lasso, contra o candidato da Aliança País, Lenin Moreno, ao julgar o correísmo como o principal adversário dos trabalhadores.

Depois de dois de abril participaria perto com a aliança CREIO-SOMA das manifestações realizadas contra uma suposta fraude eleitoral divulgado por Guillermo Lasso. Também participaram dirigentes dessa organização na apresentação de supostas evidências de fraude feitas na CREIO.