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Vivian Maier, A Grande História Da Fotógrafa Babysitting / Acompanhamento Infantil

Vivian Maier, A Grande História Da Fotógrafa Babysitting / Acompanhamento Infantil 1

A história de baby-sitting fotógrafa Vivian Maier é um dos fenômenos no universo da arte mais marcantes dos últimos tempos. A sala Kutxa Kultur de Artegunea fornece uma completa mostra a respeito este boom midiático, chamada com acerto, A fotógrafa revelada. Este relato costuma ter três tempos: o anonimato, a descoberta e o fenômeno midiático ao término.

vamos ver como se produz esta cadeia de transmissão no caso paradigmático de Vivian Maier. Sabe-Se que Maier nasceu em 1926, em Nova York, entretanto viverá pela França, o primeiro tempo de tua vida. Com vinte e cinco anos, em 1951, retornou aos Estados unidos e começa a trabalhar como cuidadora e baby-sitting pra famílias de categoria média-alta. Maier, conforme pintam testemunhos soltos, vivia mergulhada numa operação total.

  • Pho Vác (Templo Vác Dinh)
  • cem anos do clube[editar]
  • 535 Matriz quadrada
  • Deserto da Tatacoa
  • dois Província de Los Santos 2.1 Pollera de gala sem serviço
  • 3 A era de Stalin 1.5.3.Um Rússia na Segunda Guerra Mundial
  • 612 microcontrolador 68hc12
  • Interação com outros animais (gatos, cobaias, pássaros, cavalos)

Era reservada e hermética. Não se lhe conheciam a família ou amigos. Seu restrições combinava-se com uma pulsão por acumular todo tipo de objetos e pilhas enormes de jornais. Com o mesmo afinco com que mantinha em segredo qualquer dado sobre isto sua existência, escondeu a tua paixão na fotografia. Porque Vivian Maier levava uma câmera pendurada no pescoço sempre que não estava no desempenho de seu serviço como babá, e, às vezes, até, estando com as garotas.

O importante pela obra de Maier é sua obsessão por fotografar. Algumas de suas fotos mais conhecidas são os auto-retratos que fazia refletida em supermercados e superfícies refletoras com os que se topaba pela rodovia. Durante a sua vida fez mais de 150.000 imagens, que manteve-se em completo segredo. Para 2008, Maier começaria a mostrar certos surtos de demência e acabará morrendo quase pela miséria em um asilo, com 83 anos de idade.

Se conhecemos todos esses pormenores de uma mulher que a todo o momento quis ocultar a sua identidade, é devido ao documentário Finding Vivian Maier dirigido em 2013 por John Maloof. Este jovem diretor é bem como o descobridor de Maier. Em teu documentário, Maloof explica, na primeira pessoa, como em 2007, comprou em um leilão em Chicago, em plano a granel de um lote de fotos antigas: o pacote continha, além de outros mais instrumentos, 120.000 negativos sem declarar de Vivian Maier. Maloof revela e compartilha essas imagens em um website e, brevemente, começam a desfrutar de uma recepção calorosa. Consciente de ter resgatado um tesouro de lixo, o jovem se dedica de corpo e alma para a recuperação e proteção do arquivo de Vivian Maier, resultando-se uma espécie de depositário de tua obra.

O documentário Finding Vivian Maier, indicado ao Oscar em 2015, se faz eco de todo o método. Começa em vista disso para Vivian Maier uma turnê internacional, post-mortem, um boom de aceitação, o que coloca o teu nome no pódio dos fotógrafos de estrada mais relevantes do século XX.

Embora, onde é posicionado Maier, principalmente, é, em que os corações das pessoas. O respectivo documentário enfatiza todos os esforços que a Vivian fez por ocultar a sua obra. Aqueles que o conheceram dizem que Maier tivesse odiado a sua fama estelar. É verdade que sem a descoberta nunca teríamos popular a sua obra, entretanto é eticamente complexo tomar a decisão de difundir o trabalho de um autor falecido que não queria mostrá-lo e cozinhar um relato emocional com vocação de massas. E comprar – passo – bons dividendos.